terça-feira, 12 de junho de 2018

Como reagir diante da crise?


Filas intermináveis, pessoas passando a noite em carros esperando chegar combustível, nervos à flor da pele, bloqueios em estradas, falta de itens nos mercados, ameaças, insegurança, uma sensação de caos. Imagens de outros países que enfrentam situações de falência governamental passam por nossa cabeça. Se esta foi sua experiência nestes últimos dias, tenha certeza de que você não está sozinho.

Como reagir quando nosso país se aproxima do caos? Como posso reagir como cristão temente a Deus e, ao mesmo tempo, cidadão brasileiro? Habacuque (3.17-18) nos estimula a confiar no Senhor, mas infelizmente temos assistido com tristeza cristãos que assumem uma postura passional por uma ou outra linha de ação. Irmãos que se identificam de tal forma com posturas partidárias que perdem sua credibilidade. Outros se perdem em discussões muitas vezes desinformadas e frequentemente manipuladas.

Ao refletir, sou levado a encarar 3 funções que devem servir de fundamento para nossa posição como seguidores de Jesus. A primeira é permanecer, a segunda é de apresentar o contraste e a terceira é de proclamar.

Permanecer no mundo

Somos chamados a permanecer no mundo. Em alguns momentos ao longo da história do cristianismo, cristãos optaram por se isolar do mundo, mas isso os levou a serem irrelevantes. Em outros momentos, cristãos se envolveram com o mundo de tal forma que perderam sua identidade. Jesus disse em sua oração sacerdotal:
Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno. Eles não são do mundo, como eu também não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. (João 17.15-18)

Não somos só chamados a permanecer no mundo, somos enviados ao mundo. Temos um papel a desempenhar e este papel não é só sobrevivermos aqui. Nosso papel é representar a Cristo em meio a um mundo perdido. Precisamos resistir ao isolamento. Pode ser mais confortável, mas não foi para isso que nosso Senhor nos pediu para permanecermos.
Realmente devemos cuidar para que nosso contato com o mundo não nos leve ao pecado, mas enquanto os fariseus entendiam santidade como separação de pecadores, o conceito de Jesus sobre santidade o permitia manter contato com pecadores. Desta forma, devemos sim nos envolver com o mundo naquilo que não nos leve a pecar. Devemos conversar com vizinhos, parentes e colegas, participar de associações, de grupos, ter amigos, assumir cargos em escolas, agremiações e outros grupos. Pois, se não estivermos no mundo, como poderemos proclamar? Não é mais espiritual aquele que se refugia em sua fé dizendo que por não ser deste mundo não quer lidar com o mesmo…

Contraste

Mas nossa permanência no mundo não significa identificar-se com ele de tal maneira que adotemos seus valores, crenças e posições. Somos chamados a permanecer no mundo, mas sem ser do mundo. Jesus continua em sua oração no texto de João 17:
Eles não são do mundo, como eu também não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. (João 17.16-18)

Não somos do mundo! Somos chamados a apresentar ao mundo o caráter de Cristo, mostrando como pode ser a vida uma vez que alguém decide seguir a Jesus. Paulo escreve em 1Timóteo 3.14-15:
Escrevo estas coisas, embora espere ir vê-lo em breve; mas, se eu demorar, saiba como as pessoas devem comportar-se na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade.

A igreja é coluna e fundamento da verdade, não no sentido de que a verdade se baseia em nós ou está fundamentada em nós. A verdade é Cristo e ele é seu próprio fundamento na eterna relação da Trindade. Mas como igreja temos o mesmo papel de um pedestal em uma exposição. O papel do pedestal é colocar a obra em evidência sem atrapalhar, sem atrair para si qualquer atenção. Como igreja somos chamados a ser o palco onde a graça e o amor de Deus podem ser vistos, trazendo glória para ele (Mateus 5.16).
Desta forma, enquanto permanecemos no mundo, somos chamados a demonstrar a diferença que Cristo faz ao habitar em nós. Enquanto mantemos contato com o mundo perdido, devemos manifestar os frutos do Espírito. Devemos ser gentis e amorosos, pacientes, generosos, hospitaleiros. Infelizmente, com frequência somos mais conhecidos pela nossa intolerância do que pelo nosso amor. Com isso não estou defendendo tolerância com o pecado, mas, assim como Jesus, apresentar a um mundo perdido um caminho de salvação.

Proclamar


Mas não basta termos uma vida diferente. Este é nosso testemunho passivo. Precisamos de um testemunho ativo. Precisamos proclamar a verdade que habita em nós. Muitos cristãos evitam proclamar afirmando que querem deixar que suas vidas falem mais alto. Realmente, como vimos acima, nossas vidas devem ser a plataforma onde a verdade é demonstrada. No entanto, o apóstolo Paulo é muito claro ao escrever em Romanos 10.13-14:
Porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue?
Como crerão se não ouviram falar? Como ouvirão se não houver pregação? Nossa terceira função é falarmos daquele que nos salvou. No meio do caos, das tensões, de nosso dia a dia tão atribulado, precisamos aproveitar as oportunidades para testemunhar a um mundo perdido sobre aquele que é nossa Esperança! Isso não nos isenta de permanecermos e mostrarmos uma diferença, pelo contrário! Permanecemos para mostrar uma diferença, e é justamente uma vida diferente que nos dá a base para proclamarmos.
É o apóstolo Pedro que apresenta uma das melhores explicações sobre o nosso papel:
Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. (1Pedro 2.9)
O caos de que se aproxima nosso país é assustador e trágico. Ao olharmos o que Deus nos tem dado como nação, é natural lamentarmos que como povo estejamos tão longe dos valores do Reino. No entanto, para nós que, por desígnio divino, fomos enviados para habitar no Brasil, situações assim são oportunidade para o nosso engajamento, para mostrarmos uma perspectiva diferente e, finalmente, para anunciarmos as grandezas daquele que nos salvou! — Daniel Lima

CRISTÃO FOI PRESO POR ORAR NA COREIA DO NORTE

O cidadão americano Kim Hak Song descobriu que seus “atos hostis contra o governo” eram orações


Cristão foi preso por orar na Coreia do Norte
Ele cometeu o crime de orar (Foto representativa)

Kim Hak Song foi preso em um trem que ia da capital da Coreia do Norte, Pyongyang, para a China em maio de 2017, supostamente por ter cometido atos hostis contra o governo. Falando à própria igreja em Los Angeles sábado passado, o cidadão americano disse que perguntou às autoridades o que ele tinha feito de errado. A resposta foi que ele cometeu o crime de orar. Os oficiais tinham cópias de e-mails que Song havia enviado à igreja, pedindo-lhes para orar pela Coreia do Norte. Eles também sabiam que ele tinha um grupo de oração pela manhã.
Song era um missionário da sua igreja na China, e passava um mês na Coreia do Norte a cada vez que ia. Ele estava envolvido em desenvolvimento agrícola na Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang. Embora não tenha sido torturado durante a prisão, a esposa afirma que ele sentia dores.
Song foi libertado em 9 de maio, com dois outros cristãos, Kim Kong-chul, um pastor de aproximadamente 60 anos, e Tony Kim (também conhecido como Kim Sang-duk). Segundo a Casa Branca, a soltura dos três foi um ato de boa vontade que precede a reunião do presidente americano, Donald Trump, com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, marcada para 12 de junho.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Oração me lançou em uma jornada extraordinária para alcançar outros

LEONIE KENT
Seus lábios escondidos sob sua burka se moviam lentamente com um sussurro constante. Apenas os olhos e as mãos dela estavam visíveis, e uma série de contas de oração rolava por entre seus dedos ao ritmo de seus sussurros.
Sentada ao lado dela, me inclinei e perguntei se ela estava rezando. Seus olhos brilharam quando ela assentiu sim. Eu também estava orando, confiante de que minha intercessão foi ouvida. Meu coração estava inspirado que ela procuraria e encontraria Aquele que foi a resposta para todas as suas orações.

Tudo começou com a oração. Um simples pedido para conhecê-lo mais e o anseio por algum destino oculto que minha carreira corporativa australiana não pudesse cumprir. Em alguns meses, renunciei ao emprego e embarquei em um avião em Melbourne, na Austrália, para Denver, nos Estados Unidos. Quando me preparei para a decolagem, senti o Senhor falar: “Gênesis 12: 1-3”.

Peguei minha Bíblia e li a promessa que Deus fez a Abrão, que na obediência amorosa estava começando uma jornada para um lugar desconhecido e pessoas, e um destino ainda não conhecido. A completa implicação do Convênio Abraâmico viria a mim por muitos anos, mas em novembro de 1990, as palavras que li transmitiram uma bênção pessoal e responsabilidade pelo Seu Nome, pelas nações ... e uma promessa de algo mais. Peguei uma caneta e risquei o nome de Abrão, substituindo-o por meu próprio, Leonie. Como Abrão, Deus me posicionou para uma jornada a lugares e povos desconhecidos para o Seu grande plano eterno.

No alto das Montanhas Rochosas do Colorado servindo com Jovens Com Uma Missão, eu aprendi sobre os milhares de grupos distintos e não alcançados no mundo que existem sem o conhecimento amoroso de Jesus. Como isso poderia ser? Jesus era digno da adoração de todos os povos! Profundamente desafiado, comecei a orar.

Nos próximos anos, Deus me usaria para iniciar um movimento de oração, pessoas e provisão para o cumprimento da Grande Comissão entre os povos não alcançados do Himalaia. Jesus sendo adorado onde ele não é!
As montanhas do Himalaia, que se estendiam por toda a Índia, Paquistão, Nepal, Butão e Tibete, foram as primeiras aparições cara-a-cara e de coração a coração com os não-alcançados. Trekking em aldeias remotas intocadas pelo evangelho, eu encontrei e orei por povos escravizados sob o fardo impossível de religiões antigas, sem qualquer esperança de um Libertador. No alto do mundo, meu coração ouviu Sua promessa de algo mais: as vozes dos não alcançados se elevaram em adoração a Jesus! O Senhor me preparou com sua perspectiva - com Deus, nada é impossível!

Minha jornada para ver Jesus adorando onde Ele não está foi abençoada pela parceria com igrejas locais em todo o mundo. Em 2012, vim para a Living Way Fellowship (Littleton Foursquare Church) em Highlands Ranch, Colorado, para servir como pastor missionário. Em outubro de 1996, a igreja, em sua própria jornada para os não-alcançados, adotou um grupo de pessoas não alcançadas por muçulmanos que viviam em todo o sudeste da Ásia. Os pastores e a congregação prometeram ao Senhor que eles orariam até que Sua igreja fosse estabelecida entre o grupo de pessoas, e continuassem a buscar a Deus por Sua direção para fazer o que fosse necessário para que isso acontecesse. Eles se comprometeram a orar, dar, fazer parceria e ir.


Em 2016, comemoramos o 20º aniversário dessa adoção. Dando graças a Deus por Sua fidelidade e lembrando os avanços históricos que duraram duas décadas, nossa congregação, muitas pessoas novas na visão, incluindo nossas famílias missionárias que serviram fielmente no campo, renovaram nosso compromisso de continuar a buscar a adoração de Jesus e o estabelecimento de Sua igreja em nosso grupo de pessoas não alcançadas.

A jornada para ver Jesus adorado entre os não alcançados é a grande aventura da oração, parceria e promessa cumprida!

Começou em oração e continua até hoje. A oração te dá a perspectiva de Deus. A oração abriu nossos olhos para ver que podemos nos envolver com grupos de pessoas não alcançadas em todos os lugares. Você pode atravessar um oceano ou atravessar sua rua. Na Living Way Fellowship, estamos descobrindo que Deus trouxe os não alcançados à nossa porta como imigrantes, empresários, estudantes e refugiados. Podemos compartilhar uma cesta de boas-vindas com um novo vizinho hindu ou organizar uma festa de Natal para compartilhar The Christmas Story com famílias muçulmanas do Afeganistão, devastado pela guerra.

A jornada para ver Jesus adorado entre os não alcançados é a grande aventura da oração, parceria e promessa cumprida! É a Sua igreja - a união da missão e a igreja local poderosamente unida como Deus planejou. São as novas gerações vibrantes de seguidores de Jesus, oriundos de grupos de povos não alcançados, dedicados a conduzir seu povo à Sua promessa divina de conhecê-lo e ser sua bênção para as nações. É a fidelidade de Deus, respondendo a orações e realizando destinos em Seu grande plano global. Jesus disse: “Eu edificarei a minha igreja” (Mt 16:18, NKJV). E como o profeta Habacuque registrou, “a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Hc 2:14).

Leonie Kent é pastor de missões da Living Way Fellowship (Littleton Foursquare Church) em Highlands Ranch, Colorado.

Como um Coração Para Missões Rejuvenesceu Nossa Igreja



Missões É a alma da nossa congregação, fundada em 1936 por Aimee Semple McPherson no meio de um reavivamento de cura que atraiu a atenção da mídia local. 

KAJ MARTIN No entanto, quando cheguei ao Living Way (Igreja do Evangelho Quadrangular de Seattle) em 2011, a frequência diminuiu para menos de 30 anos. A igreja não estava apoiando regularmente o casal que enviamos à República Tcheca em 1997.

As coisas mudaram dramaticamente desde então. Graças a uma decisão intencional de dar regularmente das ofertas da igreja, agora apoiamos sete missionários no exterior e o Global Missions Fund da Foursquare . Nossos presentes de missão, outrora modestos, somam agora cerca de US $ 30.000 por ano.

Eu não aceito nenhum crédito. Passamos um tempo considerável jejuando e orando enquanto desenvolvíamos nossa ênfase em missões revitalizadas. Muitos líderes vieram ao meu lado para nos levar até onde estamos hoje: o lançamento de um plano de 10 anos para evangelizar pelo menos dois grupos de pessoas não alcançadas e não alcançados (UUPG).

Iniciamos esse processo no final de outubro, logo após o envio do primeiro missionário em 20 anos. Karen Grubbs é uma viúva aposentada que esteve em contato com a África Oriental por muitos anos.

"Eu tenho que ir até lá", disse ela antes de partir para Uganda, onde trabalha entre os refugiados sul-sudaneses em Uganda. O coração de Karen para os sudaneses é apenas um exemplo de como nossa congregação ama o mundo. Com membros de quase uma dúzia de diferentes nações, estamos sintonizados para alcançar os outros e contar-lhes sobre Cristo.

O tamanho não é o fator determinante quando se trata de alcançar sua cidade, estado e mundo para Cristo. Fé e obediência são. Então, o que está te segurando? 

Para construir relacionamentos com imigrantes e recém-chegados, nós comemos sua comida, aprendemos sobre suas famílias e valorizamos sua cultura. Alguns de nossos amigos mais queridos possuem um restaurante egípcio; construir esse relacionamento levou seis anos.

Ao longo do caminho, também aprendemos que, em muitas culturas, aniversários e outras celebrações são um grande negócio. Para refletir esse amor de cerimônia, duas vezes por ano nossa igreja hospeda um serviço “Celebre as Nações”, onde várias bandeiras, vestimentas nativas e culturas estão à mostra. Depois, nos reunimos para uma refeição; o mais recente foi preparado por indonésios que se encontram em nossa igreja para estudo bíblico.

Esses contatos não apenas constroem pontes com outros grupos étnicos, mas também ajudam a revelar futuros missionários. Os visitantes que demonstram paixão por outras nações podem ser os únicos que Deus pode usar para espalhar o evangelho por lá.

A intencionalidade tem sido um dos pilares do nosso programa de missões. Nós nos comprometemos com um mínimo de apoio aos missionários a cada mês, e então adicionamos quaisquer presentes destinados. Isso encoraja a generosidade e permite que os membros com um coração para uma nação em particular dirijam suas doações.

Nós temos alguma ajuda adicional. Em 2014, vendemos a torre de celular em nossa propriedade para criar um “Legacy Fund” (Fundo Legado) que gera US $ 21.000 por ano para missões e plantação de igrejas. O mais novo plantador está começando uma igreja suburbana cinco minutos ao norte de nossa propriedade.

Embora tenhamos crescido desde 2011, nossa frequência semanal média é inferior a 100. O tamanho não é o fator determinante quando se trata de alcançar sua cidade, estado e mundo para Cristo. Fé e obediência são. Então, o que está te segurando?

Sobre o escritor


Kaj Martin é o pastor sênior da Living Way (Seattle Foursquare Church) em Seattle.

sábado, 12 de maio de 2018

Chega ao Brasil a nova edição da Bíblia King James Atualizada

Bíblia King James Atualizada - Edição Exclusiva (Português)


A Casa da Palavra tem a honra de apresentar a nova edição da Bíblia King James Atualizada (KJA), uma das mais lidas e amadas em todo o mundo. Datada de 1611, a Bíblia King James foi a primeira a oferecer a tradução direta dos manuscritos em hebraico, aramaico e grego para o inglês.

Agora, o leitor brasileiro terá acesso a este marco, que recupera uma versão fundamental da história do Cristianismo, traduzida diretamente das línguas originais para o português, seguindo a mesma estrutura e preceitos utilizados pela primeira versão. 

Todos nós temos de enfrentar os desafios de nossa jornada pelo mundo. Quanto mais nos aproximamos de Deus, a presença do Messias em nossas vidas se torna tão real e indispensável quanto o ar que respiramos e que nos permite a renovação da vida. 

A Bíblia King James atualizada vem para auxiliar o fiel que procura conhecer ou reconhecer a Palavra de forma profunda e, ao mesmo tempo, acessível, seguindo o estilo reverente, clássico e majestoso da mais importante publicação de todos os tempos. Além de um ótimo presente, é ideal para quem aprecia ler e meditar a partir dos ensinamentos de Deus. 

A nova versão da Bíblia King James Atualizada preenche uma lacuna há muito sentida em nossas bibliotecas e livrarias. Com uma linguagem primorosa e ¬fiel aos originais, a KJA traz o SOS Bíblico, algumas referências a temas específicos para quem necessita de auxílio para decisões urgentes e vitais.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Professores comunistas estão ensinando ideologia de gênero nas escolas


Ev.Ibineias Junior trás um pequeno resumo do perigo que nossas crianças estão correndo pelo Brasil sendo doutrinadas pela Ideologia de Gênero,vale a pena conferir.
Segundo pesquisas não existe base científica que sustente as hipóteses dos ideólogos de gêneros.

Guia Completo "Aprenda a Pregar a Palavra de Deus"


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Acreditamos plenamente que o conteúdo do Guia Completo do Pregador iniciante possa ajudar você alcançar todos os objetivos no que diz respeito a pregação. 

O Guia Completo do pregador Iniciante é um material de apoio desenvolvido para pessoas que desejam aprender sobre pregação.